Qualidades físico-químicas de variedades de mandioca (Manihot esculenta) submetidas as técnicas artesanais de secagem ao sol no posto agronômico centro zonal nordeste de Nampula-Moçambique
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Resumo
O objectivo de estudo visa identificar as qualidades físico-químicas de variedades de mandioca (Manihot esculenta crantz) submetidas a técnicas artesanais de secagem ao sol. O experiento foi conduzido no Posto Agronómico Centro zonal Nordeste de Nampula- Moçambique em 2023. Foram constituidos dois delineamentos inteiramante causalizados, um para causalização de variedade de mandioca doce (VD1197) e outro para variedade de mandioca amarga (VA125). Cada delineamento foram distribuidos ao acaso cinco tecnicas artesanais de secagem de mandioca ao sol (técnica artesanal de secagem de mandica ao sol sobre a base directa do solo- TASSS1, a base de capim- TASC2, a base de lona plastico de cor preta- TASLP3, a base de uma feita de bambus- TASCB4, e a base de copa feita de bambus dentro de uma tenda plastica transparente/branco- TASCBLPB5) com quatro repetições. A composição de teores de humidade (%H.b.u) apurada em amostras de mandioca do tipo doce (VD1197) e amostras de mandioca amarga (VA125) antes de submetidas as técnicas artesanais de secagem ao sol forais iguais de 60% e 61%. Depois de submetidas a secagem nas técnicas artesanais ao sol, as amostras de tipo de mandioca diferiam entre os tipos de mandioca e respectivas técnicas de secagem nos teores de percentagem de humidade (%H.b.s) e actividade de água (aw), nomeadamente: 5,1 d (TASSS1) a 8,0 a (TASLP3) - %H.b.s e 0,831d (TASCBLPB5) a 0, 900 a (TASSS1) - aw (VD1197), contra 5,6b (TASCBLPB5) a 7,0 a (TASSS1) - %H.b.s, e 0,780 c (TASCB4) a 0,873 a (TASSS1) – aw. As qualidades físico-químicas, são importantes no controlo de multiplição microbiana e tempo de conservação dos alimentos.
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